Momentos DipnLik

Tudo fica bom com praia, família e DipnLik

de: Aparecido de Recife
Meu nome é Aparecido e venho de uma família de origem nordestina, bem grande: somos oito irmãos e sou o mais novo!  Meus manos me chamam de Cidão Boa Sorte, porque sempre batalhei muito e, por isso, colhi bons frutos. Sou de Recife e vim para Santos, Etado de São Paulo há 12 anos, onde conquistei tudo, minha família, meus filhos, minha casa e a oficina mecânica. Como sou eu que pego no carro e saio visitando a todos no final de ano, desta vez  resolvi fazer diferente: pedi que meus pais e meus irmãos e suas famílias viessem para passar o final de ano aqui, na minha casa! A gente iria se apertar, iria ser colchão pra tudo que é lado, mas sobraria amor e riso, para matar a saudade.

É um custo reunir a todos e ainda mais em cima da hora. O que era para ser em dezembro, acabou sendo em janeiro, o que se poderia fazer? Foi aí que eu tive a ideia de alugarmos um ônibus e irmos todos para um casarão numa praia próxima, por um final de semana. Como nem todos poderiam ficar mais dias para curtirmos, achei que numa casa de praia a bagunça seria da boa. E eles vieram, todos... Bem, quase todos. A gente nem se cabia de feliz, eram só abraços e beijos, comidas lá da terrinha, o forró comendo solto e a maior algazarra das crianças

Quando caiu a noitinha, sugeri que todos nós fossemos para praia, agradecer a Deus por estarmos todos juntos e bem de saúde, molhar os pés na beira do mar e olhar as estrelas. A gente não tinha tido nosso momento na passagem do ano. Por isso, o que estava valendo era o agora, com todo o clima de confraternização. Até que alguém falou que havíamos esquecido de fazer um brinde!

Nem deu tempo pra tristeza! Minha irmã Dircéia, a Céia, já desatou a rir e disse: “acho que eu tenho, aqui na bolsa, uma coisa que serve para isso!”  E continuou: “ainda dá para as crianças e ainda mainha e o velho também brindarem junto!” completou...

Era uma caixa de DipnLik. Quando apareceu a pontinha da embalagem vermelha, todo mundo já estava sorrindo. Foi aquela farra, as crianças pulando, todos dizendo “eu quero, eu quero”... Logo estávamos todos no processo do lambuza e lambe,olhando um para o outro com as caras felizes, todo mundo quietinho com seu confeito na boca. Se a gente tivesse combinado, não seria um brinde tão bacana! Esse momento Dip com a minha família, meu pais, irmãos e sobrinhos será algo de que sempre vou lembrar.