Momentos DipnLik

Quando o DipnLik se tornou indispensável na família!

de: Cecília M.
Meu nome é Márcia, sou casada com o Álvaro e mãe de 3 filhos, Tayane, Twane e Vitório, todos “aborrecentes”, entre 13 e 17 anos. Venho de uma família bem grande, com avós espanhóis e italianos, onde todos riem muito, falam alto, choram, brigam, fazem as pazes  e adoram fazer tudo em bando. No começo meu marido estranhava muito e ficava meio de fora. Mas, logo viu que só sairia perdendo, se não entrasse logo na farra. Hoje, ele é o chefe oficial da bagunça, aquele que arrasta os outros para a folia.

Como gostamos de nos reunir e fazer tudo juntos, nossas festas acabam em jogos, onde brincamos com tudo. No começo, para as crianças, adultos e avós, tudo foi só novidade e festa. A gente formava equipes, que disputavam uma com a outra. Com os pequenos, meus filhos e os primos, mais os amigos, todos crescendo, surgiram vaidades, diferenças de opinião... Já não era tão fácil assim segurar os ânimos mais exaltados! Eles passaram a disputar tudo nos jogos: roupas, brinquedos, badulaques, dinheiro, prendas humilhantes... Isso estava ido para um caminho que prometia não acabar bem!

Num dia em que brincavam de adivinhações, onde todos tentam adivinhar algo a partir de mímicas, a coisa tomou proporções desagradáveis: minhas 2 meninas se desentenderam com outras 2 primas e os irmãos tomaram partido. Foi choro, gritaria, acusações e pedidos de devolução das prendas. Preocupada, dei um basta em tudo! Alguém havia trazido um caixa grande de DipnLik. Comecei a chupar um e, lambendo o pozinho de açúcar, fui conversando e oferecendo aos demais. Com o docinho tão gostoso na boca, ninguém falava, só me ouvia.  E sugeri que, dali em diante, só poderiam apostar DipnLik nas brincadeiras!

Todos adoraram a ideia. Agora, cada vez que se reúnem aqui em casa, cada um  já chega trazendo  seu  “capital” de apostas na mochila:  uma caixinha abarrotada de DipnLik! Além de gostoso e divertido, aqui em casa o DipnLik é também "O Pacificador”. Salve DipnLik!!! Vai um aí?